Centros de Convivência do Governo do Amazonas realizam mais de 142 mil atendimentos no primeiro semestre de 2026

Espaços administrados pela Seas fortalecem vínculos familiares, promovem inclusão social e ampliam o acesso da população a atividades de esporte, cultura, educação e cidadania

Centros de Convivência do Governo do Amazonas realizam mais de 142 mil atendimentos no primeiro semestre de 2026
Foto: Divulgação/Seas

 

Os Centros Estaduais de Convivência da Família (CECF) e o Centro Estadual de Convivência do Idoso (Ceci), administrados pela Secretaria de Estado da Assistência Social e Combate à Fome (Seas), registraram 142.309 atendimentos entre os meses de janeiro e junho de 2026. Os números refletem as ações desenvolvidas por meio dos projetos Vínculo Suas – Rede de Cuidado da Família e da Comunidade, Mais Vida e das atividades realizadas em parceria com diversas instituições.

Os espaços contam com o apoio do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), da Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (FUnATI) e da Secretaria de Estado do Desporto e Lazer (Sedel), ampliando a oferta de serviços voltados à população.

Atividades promovem cidadania e fortalecimento dos vínculos

Distribuídos em diferentes zonas de Manaus, os Centros de Convivência desenvolvem ações voltadas à proteção social básica, oferecendo atividades que contribuem para o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade social.

No primeiro semestre, foram realizadas 24.529 atividades de ação não continuada, entre palestras, oficinas, campanhas educativas, passeios, atividades externas e ações de conscientização.

Além disso, os espaços ofereceram atendimentos psicossociais, escuta qualificada, acolhimento familiar, oficinas socioeducativas, grupos intergeracionais, rodas de conversa, atividades culturais, recreativas e ações voltadas ao desenvolvimento da cidadania e da convivência comunitária.

Atendimento social e acompanhamento das famílias

As equipes técnicas também desenvolveram ações de orientação socioassistencial, mediação de conflitos familiares, visitas domiciliares, busca ativa de usuários, encaminhamentos para a rede de apoio e acompanhamento de famílias em situação de vulnerabilidade.

Os Grupos de Convivência dos sete centros estaduais contabilizaram 20.347 atendimentos, enquanto as atividades livres e projetos desenvolvidos em parceria alcançaram 78.767 participações.

Durante o período, também foram realizadas 814 visitas domiciliares, fortalecendo o acompanhamento social e o cuidado com os usuários atendidos pelos equipamentos públicos.

A secretária de Estado da Assistência Social e Combate à Fome, Lane Edwards, destacou a importância dos Centros de Convivência para a população.

"Essas ações refletem o compromisso do Governo do Amazonas com o bem-estar da população, por meio de atividades que promovem cidadania, inclusão social, escuta ativa e cuidado integral", afirmou.

A coordenadora dos Centros de Convivência, Rita Abecassis, ressaltou que os resultados reforçam o papel dos espaços como instrumentos de integração social e fortalecimento da qualidade de vida das famílias amazonenses.

Sete unidades atendem moradores de Manaus

O Governo do Amazonas mantém sete unidades de Centros de Convivência na capital, localizadas nos bairros Alvorada, Mutirão, Raiz, Cidade Nova, Santo Antônio, Japiim e Aparecida. Os espaços oferecem atividades permanentes voltadas à promoção da cidadania, lazer, educação, esporte, cultura e inclusão social para crianças, jovens, adultos e idosos.

Centros de Convivência fortalecem a inclusão social

Os resultados alcançados no primeiro semestre evidenciam a importância dos Centros de Convivência como instrumentos de fortalecimento das políticas públicas voltadas à assistência social. Ao oferecer atividades gratuitas, acompanhamento especializado e espaços de integração comunitária, as unidades ampliam o acesso da população a serviços essenciais, fortalecem os vínculos familiares e contribuem para a promoção da qualidade de vida e da cidadania no Amazonas.

 

Texto: Suanny Nogueira